Março 4, 2024

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O Mar e os rios – feminino ou masculino?

 

  • Tudo é Movimento, tudo é fluxo, desde o início “separou-se as águas de cima das águas de baixo” A comparação entre as velocidades desse fluxo é o que define sólido, liquido ou gasoso.
  • O Mar é este fluxo, que circula toda a Terra, como uma roda, ao mesmo tempo que também gera seus raios através dos rios.

A mesma Água salgada do Mar, evapora e chove doce nos rios que retornam ao ponto de onde saíram. Dessa forma, o Mar tem em si Reta e Círculo, que ao evaporar, torna-se Espírito.

Veja que o Mar leva p’ra si tudo o que existe pelos caminhos dos Rios.

Dessa maneira, aquele Mar abstrato torna-se soberano, como uma Mulher que se alinha na Lógica ao entender os Homens, tornando-se “varoa”. Por isso, o Mar é relacionado à Virgem Maria.

Em outros tempos, fora posicionado com Deuses masculinos, justamente por ter o atributo lógico necessário para isso. Ainda mais em épocas onde o Mar era muito mais fundamental do que hoje (no cotidiano).

Com tanto poder, o Mar se porta de forma masculina, enquanto os Rios, embora retos, tendam a ter presenças femininas, visto que acabam de sair do Espírito. Vão definindo-se em seus trajetos, tornando-se mais fortes e destinados, conhecendo tudo o que há na Terra, e assim, aquele vapor abstrato que choveu lá em cima, chega aos Mares abaixo cheio da Lógica adquirida nos caminhos dos rios.

{post Bob Navarro – O Mar e os rios – feminino ou masculino?)

 

Trechos Livro Lucifer:

LUA MÃE (Os exemplos são hipotéticos e teatrais)
Sem a Lua as marés ficariam 1/3 mais fracas (só a gravidade do Sol puxaria o mar). Desse jeito, a vida complexa poderia não ter migrado dos oceanos para a terra; – nossos ancestrais eram anfíbios que viviam em pântanos formados pelas marés.

NEM JANEIRO, NEM FEVEREIRO, NEM MARÇO
Nós dividimos o ano em meses porque esse é (aproximadamente) o tempo que a Lua demora para dar uma volta na Terra. E os meses têm em média 4 semanas por causa das 4 fases da Lua (nova, crescente, cheia e minguante).
Sem a Lua por perto, o planeta giraria mais rápido. O problema é que a rotação do planeta é o que faz os furacões girarem. Com a velocidade mais alta, eles se formariam mais rápido e causariam tempestades mais frequentes e devastadoras. Duas horas de Sol, duas horas de noite e pronto. Com a Terra girando mais rápido, os dias durariam quase nada: seis vezes menos que hoje. E um ano teria 2 191 dias.
A definição sobre o que gira (Terra ou espaço) é relativa. Pois depende do observador. Um gira em relação ao outro. Terra Planistas e Globalistas estão certos em perspectiva. A Verdade é a conexão.

(Diante de um espaço ilusoriamente tão gigante, parece difícil controlar passagens de um ponto a outro, mas percebam que tudo depende das perspectivas para movimentação. É como uma selva ou oceano enorme, onde sem as devidas rotas, você está para sempre perdido. São abstratos infinitos que se autodesdobram, é a lógica que ilude e mapeia, conectando pontos. Eis o nosso mundo. – Compreender isso pode ser difícil).

Saudamos “Lux Heil!” – Salve a Luz.

Ao contrário dos demais, um líder que é forçado a sê-lo pela Justiça e pelo Amor. Por aceitar que só ele vê o que vê, e nada seria se isso não refletisse. -Esse é Lucifer. Um Momento eterno da Consciência Coletiva, uma parte do Desenho Base, o 13.
– Está sempre entre nós, seja como Ea-Enki, Prometheus, Alexandre, Jesus, Napoleão, Hitler e tantos outros reflexos, que como forças da natureza, como expressões do cosmo, mudaram tudo sem qualquer lógica ou pudor; – transformaram os cenários da humanidade e libertaram os homens, mantendo a maravilhosa estrada da infinita criação rumo ao Justo-Amor – e que ainda tentam convencê-los de que não existe, mas ah, Ele existe… e será provado de novo.

Quando enxergamos que somos um mesmo corpo, passamos a compadecer com a dor do próximo, que outrora também sentimos. Entendemos que os momentos na estrada da vida são os mesmos, sendo sustentados por todos nós, de maneira que, quando estendemos nossa mão, mostramos a quem se ergue que o Justo-Amor existe, assim como um dia alguém nos mostrou. Essa mágica abstrata que tira de si pelo próximo e dribla o interesse do ego pela
Honra é o justo Amor. – O Justo-Amor ama a Honra e honra o Amor


Navegação Casas EDL

“Como um rio jogando toda aquela energia no mar da consciência liberta, que depois precisará chover de volta no rio.” – Livro Lucifer – Onde a Verdade é a Lei – Bob Navarro


Casa Ka –

Mar

O mar simboliza a dinâmica da vida, os nascimentos, as transformações, a morte, e os renascimentos. O movimento das ondas do mar simboliza a potência da natureza, poder e mudança.

A onda simboliza também renovação devido a uma ruptura e mudança de ideias, de comportamentos e de atitudes, simbolizam o estado transitório da vida, a ambivalência entre a realidade e as possibilidades de realidade, representa a incerteza, a dúvida, a indecisão, podendo levar tanto ao bem como ao mal. Por isso, o mar simboliza tanto a vida como a morte.

A água do mar gera benefícios ao reequilibrar o ser para sua completa purificação interna, restaurando funções e energizando o organismo como um todo.

 

Casa Hu –

Floresta 

A  Árvore da Vida é um símbolo sagrado que tem como significado a criação, fecundidade e imortalidade, remete muito com a figura das árvores, que espalham suas sementes para gerar novas vidas vegetais e, a partir disso, se tornam imortais.

Segundo a Bíblia, a Árvore da Vida é uma das duas árvores especiais que Deus colocou no centro do jardim chamado Éden. A outra é a “Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal”, de cujo fruto, Eva, e depois Adão, acabaram por comer por influência da Serpente.

Apocalipse 22 descreve a árvore da vida, dizendo: “as folhas da árvore são para a cura das nações”.

Então o anjo me mostrou o rio da água da vida que, claro como cristal, fluía do trono de Deus e do Cordeiro, no meio da rua principal da cidade. De cada lado do rio estava a árvore da vida, que frutifica doze vezes por ano, uma por mês. As folhas da árvore servem para a cura das nações. Apocalipse 22:1-2

As árvores nos lembram que a vida é muito maior do que o nosso momento presente. Suas raízes profundas e galhos em crescimento nos chamam a olhar para o céu e a eternidade.

Jesus disse: “Eu sou a Luz do mundo” (João 8:12). Uma árvore procura naturalmente a luz. Podemos seguir o exemplo delas e buscar a Luz do mundo. As árvores precisam de água tanto quanto precisam de Luz.

 

Casa Ra –

Rio

O rio simboliza o fluir das águas e a fluidez das formas, a fertilidade, a renovação, a mudança constante. A correnteza do rio simboliza a corrente da vida e da morte. O rio simboliza a existência humana e o seu curso com a sucessão dos desejos, dos sentimentos, das intenções e as possibilidades dos seus desvios.

Tanto a travessia do rio, quanto a sua subida em direção ao mar ou descida possuem uma simbologia. A descida para o oceano simboliza a reunião das águas, a indiferenciação, o nirvana. Já a sua subida representa o regresso à fonte divina, à origem. A travessia do rio simboliza um obstáculo que separa dois mundos: o mundo fenomenal e o mundo dos sentidos. Na China, os jovens casais realizavam a travessia do rio durante o equinócio de primavera para purificar o corpo e prepará-lo para a fecundação.

Na tradição judaica, o rio do alto é o rio das graças, das influências celestes. O rio do alto desce verticalmente e se expande horizontalmente em quatro sentidos a partir do centro, simbolizando as quatro direções cardeais e os quatro rios do paraíso celeste. Este rio do alto é também o rio Ganges da Índia, o rio purificador das águas superiores, é o rio que liberta, símbolo de purificação, proteção e cura.

 

Casa Ptah –

Estrada

Os termos mesilláh (estrada principal) e dérekh (estrada), no hebraico, e o termo ho·dós (caminho; estrada), em grego, são todos usados com referência a uma via pública, um caminho ou uma rota, geralmente entre vilas ou cidades.

Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim. (João 14:6)

Ali haverá uma estrada, um caminho que será conhecido por Caminho de Santidade. Os impuros não passarão por ele; servirá tão somente aos que são do Caminho; os ímpios e insensatos escolherão não seguir por ele. (Isaías 35:8)

Entrai pela porta estreita, pois larga é a porta e amplo o caminho que levam à perdição, e muitos são os que entram por esse caminho. (Mateus 7:13)

Porque estreita é a porta e difícil o caminho que conduzem à vida, apenas uns poucos encontram esse caminho! Pelo fruto se conhece a árvore. (Mateus 7:14)

 

Tarot

Casa Ka –

Mar

A água na teologia bíblica tem dois aspectos que parecem contraditórios: um é vida, bênção, sinal da presença de Deus, imagem da pessoa que se deixa conduzir por Deus e por sua graça. O outro é morte, destruição e ausência de Deus.

Na Bíblia o Mar é um símbolo muito usado. É sinal de mistério, lugar das forças ocultas, sinal de caos, lugar da presença inimiga de Deus. Por outro lado, Deus domina também esse ambiente. Isso já fica evidente na criação, quando as águas são concentradas nos mares (Gênesis 1,9-10). Em Jó 26,12 se diz em relação à força divina contra o mar: “Com seu poder aquietou o Mar, com sua inteligência aniquilou Raab. Raab é a personificação da força do mar, que invade com suas ondas a terra. Ela, todavia, teve que ceder ao imperativo de Deus, e limitar suas forças, permanecendo dentro dos limites estabelecidos pela criação.

No Salmo 89 (versículos 10-11) lemos:

És tu que dominas o orgulho do mar, quando suas ondas se elevam, tu as amansas; esmagaste Raab como um cadáver, dispersaste teus inimigos com teu braço poderoso.

Esta concepção negativa do mar, como lugar da morte, diz-nos também que o povo de Israel não era um povo amante do mar, um povo de marinheiros ou de pescadores.

O mar era uma realidade simbólica, usada para falar do amor de Deus, que criou a terra seca para o homem. O mar era praticamente o mesmo que o inferno, o lugar da morte e do castigo. O mar torna-se uma fronteira entre o bem e o mal. As águas do mar, como no dilúvio (Gn 6,5) ou na passagem do Mar Vermelho, durante o Êxodo (Ex 14,21), purificam o mal, afogando os egípcios e salvando Israel. Surge no seu duplo sentido: águas da morte ou útero que devora a vida, para o Egito; nascimento para a vida, para Israel.

O mar era símbolo de todas as forças negativas que se opõem a Deus e visto como um imenso abismo povoado de monstros horrendos, instrumentos de morte para o homem que nele se afoga. Mas foi Deus quem os criou (Gn 1,21) e domina todos os monstros do mar profundo (Sl 74,13-14; Sl 104, 25-26; Job 40,15). Segundo Isaías, o Monstro rebelde do Mar será vencido pelo Senhor do céu (Is 17,1; Job 7,12; Jer 31,35).

Se o mar é um monstro que come gente, os inimigos do povo de Israel são, por vezes, comparados aos próprios monstros do mar (Ex 29,3; Is 30,7; Sl 87,4). É um monstro do mar profundo que engole Jonas, quando pretende fugir às ordens de Deus, e que é um sepulcro da morte (Jon 1,1-16; 2,4). Mas o verdadeiro mar que engole Jonas é o seu pecado de não querer seguir as ordens de Deus.

Por outro lado, grande parte da atividade apostólica de Jesus passou-se junto ao Mar da Galileia, onde chamou os discípulos e anunciou o Evangelho. Jesus veio, qual novo Moisés, realizar uma nova libertação, um novo Êxodo. Tal como fez Deus no Antigo Testamento, Jesus no meio da tempestade, com os discípulos cheios de medo, “falou imperiosamente aos ventos e ao mar e sobreveio uma grande calma” (Mt 8,26) “conjurou severamente o vento e o tumulto das ondas; apaziguaram-se e houve bonança” (Lucas 8,22-25 – veja também Mateus 8 e Marcos 4). Jesus fala ao mar como a um ser vivo adverso. O domínio absoluto de Jesus sobre o mar está sobretudo simbolizado na caminhada que Ele faz sobre as suas ondas (Mt 14,24; Mc 6,47; Jo 6,16), sendo profecia da Sua vitória total sobre a morte plenamente conseguida na manhã de Páscoa.

Estas imagens negativas do mar, como símbolo do mal e do pecado, foram utilizadas noutros livros do Novo Testamento (Ap 17,15; 18,21; 20,3). Segundo o Apocalipse, quando toda a criação for finalmente refeita e o projeto de Deus se realizar plenamente, no tempo da Nova Jerusalém, o “mar” deixa de ter sentido, de existir (Ap 21,1), pois serão arrancadas as raízes do Mal, do Pecado e da Morte.

 

Casa Hu –

Floresta

A floresta é um elemento onipresente nas religiões ancestrais, ela representa o principio materno e feminino, é vista como a grande Mãe-natureza, aquela que protege todos os seres vivos, oferece abrigo e alimento. Mas também representa uma ameaça aos desavisados com seus labirintos naturais que escondem animais selvagens e perigosos.

A floresta simboliza o inconsciente. Com suas regiões escuras e impenetráveis, iluminadas e abertas, a floresta é retornar ao interior mais profundo do seu espírito. Está associada à criação do universo, representando a ligação entre vários planos, como a terra, o céu e também o submundo.

Menos aberta do que a montanha, menos fluida do que o mar, menos sutil do que o ar, menos árida do que o deserto, menos escura do que a gruta, mas fechada, enraizada, silenciosa, verdejante, sombria, nua, múltipla, e secreta, a floresta é arejada e majestosa, é céltica e druídica. E é sempre a mesma floresta, um lugar de magia, e a magia pode ser perigosa, mas também é um lugar de oportunidades e de transformação.

A floresta oferece uma antítese à cidade. Nos tempos antigos, quando a Europa era coberta por terras montanhosas, as florestas representavam o limite da civilização. A floresta era, literalmente, um lugar selvagem, a vila era apenas um lugar onde o homem se fincava. Eram muitos os que buscavam refúgio nas florestas, não apenas criminosos e os exilados, mas também os xamãs, homens e mulheres sagrados, poetas, os ‘esquisitos’, e claro, os trolls, os elfos e as fadas.

Ainda hoje, a floresta se mantém como refúgio da ordem instituída, de contenção e restrição da liberdade pessoal. Florestas são lugares cheios de mistérios, onde a imaginação e o subconsciente voam livremente, onde ritos de passagens tomam forma, onde podemos retornar ao nosso Eu primitivo.


Casa Ra –

Rio

“Quem crê em mim, como diz a Escritura, RIOS de água viva correrão do seu ventre” (João 7:38).

Esta frase deixa claro que a palavra Rio refere-se aos crentes em Jesus, pois com sua água doce pode matar a sede de quem beber. Também fica claro que Cristo é a fonte e que Dele procede a água salutar.A palavra “rio” aparece com dois sentidos na Bíblia: um literal e outro simbólico. No primeiro caso, encontramos diversos rios importantes como Nilo, Jordão, Pisom, Eufrates, Tigre dentre outros. Nesses rios vários eventos importantes aconteceram:

  • Nilo – águas transformadas em sangue (Êxodo 7:17-18)
  • Jordão – águas fora divididas pelos profetas Elias e Eliseu (2 Reis 2:7-8 e 2:13-14)
  • Jordão – Naamã foi curado de lepra (2 Reis 5:1-19)
  • Jordão – Eliseu faz um machado flutuar (2 Reis 6:5-7)
  • Jordão – o batismo de Jesus (Mateus 3:13)

    Então Jesus veio da Galileia ao Jordão para ser batizado por João. João, porém, tentou impedi-lo, dizendo: “Eu preciso ser batizado por ti, e tu vens a mim?” Respondeu Jesus: “Deixe assim por enquanto; convém que assim façamos, para cumprir toda a justiça”. E João concordou. Assim que Jesus foi batizado, saiu da água. Naquele momento, o céu se abriu, e ele viu o Espírito de Deus descendo como pomba e pousando sobre ele. Então uma voz dos céus disse: “Este é o meu Filho amado, de quem me agrado”.
    Mateus 3:13-17

Já no sentido simbólico, o rio aparece relacionado:

  • À  ideia de grande quantidade, volume ou extensão (Lamentações 3:48)
  • Simbolicamente como circunstâncias difíceis (Isaías 43:2)
  • À graça que flui de Deus (Apocalipse 22:1-2)

Esta última acepção remete à fonte inesgotável de Vida que o Senhor Jesus oferece a quem tem sede (Jo. 7:37-38)

É curioso ver que de Gênesis à Apocalipse essa ideia do rio de Deus, está sempre presente no texto bíblico. Deus é a fonte da vida que o homem perdeu no início, a qual desfrutaremos plenamente no futuro. Tal como um rio flui e proporciona vida por onde passa, assim é a presença de Deus que concede vida a todos que creem.

Jesus é a fonte, é o Rio de água viva! Aquele que tem sede e busca ao Senhor será saciado para sempre
(João4:13-14).

Quem bebe da água que Cristo dá, nunca mais terá sede!

No Éden nascia um rio que irrigava o jardim, e depois se dividia em quatro. O nome do primeiro é Pisom. Ele percorre toda a terra de Havilá, onde existe ouro. O ouro daquela terra é excelente; lá também existem o bdélio e a pedra de ônix. O segundo, que percorre toda a terra de Cuxe, é o Giom. O terceiro, que corre pelo lado leste da Assíria, é o Tigre. E o quar­to rio é o Eufrates.
Gênesis 2:10-14

No último e mais importante dia da festa, Jesus levantou-se e disse em alta voz: “Se alguém tem sede, venha a mim e beba. Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva”.
João 7:37-38

Então o anjo me mostrou o rio da água da vida que, claro como cristal, fluía do trono de Deus e do Cordeiro, no meio da rua principal da cidade. De cada lado do rio estava a árvore da vida, que frutifica doze vezes por ano, uma por mês. As folhas da árvore servem para a cura das nações.
Apocalipse 22:1-2

Disse-me ainda: “Está feito. Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim. A quem tiver sede, darei de beber gratuitamente da fonte da água da vida.
Apocalipse 21:6

Jesus respondeu: “Quem beber desta água terá sede outra vez, mas quem beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede. Ao contrário, a água que eu lhe der se tornará nele uma fonte de água a jorrar para a vida eterna”.
João 4:13-14

Há um rio cujos canais alegram a cidade de Deus, o Santo Lugar onde habita o Altíssimo.
Salmos 46:4

Todos os rios vão para o mar, contudo, o mar nunca se enche; ainda que sempre corram para lá,
para lá voltam a correr.
Eclesiastes 1:7

Nem muitas águas conseguem apagar o amor; os rios não conseguem levá-lo na correnteza. Se alguém oferecesse todas as riquezas da sua casa para adquirir o amor, seria totalmente desprezado. Cânticos 8:7

 

 

Casa Ptah –

Estrada

A estrada simboliza o caminho que interliga o destino dos homens, está atrelada ao desejo de progredir, ir em frente, aprender e evoluir no caminho da vida.  Enquanto veículos são símbolos para as possibilidades dentro de nós que nos permitem o progresso, o caminho simboliza a situação exterior pela qual nós estamos andando.

É certo que uma estrada nos conduz, mesmo que possa ter obstáculos e bloqueios no trajeto que nos obrigue a parar e esperar, seja qual for o tipo de obstáculo na estrada, nos faz perceber e identificar os conflitos que precisam de ajustes antes de dar continuidade na jornada.

Somos como uma estrada em obras, cheios de tarefas e reparações mas sempre preparando o terreno para as surpresas que viram à frente.

A estrada de terra simboliza a primitividade, mas também, o desapego, pode ser formado com o amadurecimento e o florescer da sabedoria divina de todo o desenvolvimento terrestre para o progresso do espírito.  A terra nos dá base, sustentação e firmeza.

A estrada asfaltada significa a conclusão de objetivos, traçando o caminho necessário para alcançar a estabilidade e o sucesso, através do foco e determinação.

A estrada de ferro é um símbolo da capacidade de realização, concentra-se na natureza predeterminada do destino. Os trilhos do trem só vão em uma direção e raramente se dividem ou mudam de rumo. Se você quisesse ir para algum lugar que estivesse fora de seu curso predeterminado, teria que sair do trem e ir por conta própria.

Uma estrada escura simboliza o subconsciente, a colisão com o medo, com o desconhecido, onde a Luz é o próprio ponto de observação, é o momento no qual nos resta mergulhar e enfrentar qualquer situação.

 

Escolha Navegação por Bob Navarro

Arte: Michelly Rocha

Ps: Após o encerramento mensal da série Casas EDL, será vendido na loja da escola o Tarot das Casas impresso com todas as cartas e manual de como jogar. Previsão final de 2022.

Lista das Cartas –

Tarot – Casas EDL

01-  Ascendente ✅

02- Os Chakras e as Cores ✅

03-  Totens ✅

04-  Armas ✅

05-  Os Elementos ✅

06- As Estações ✅

07-  Os Sentidos ✅

08-  Virtudes e Pecados ✅

09- Navegação ✅

10- Pedras

11- Amuletos

12-  Vestes 

13-  Ferramentas Mágicas

14-  Os Instrumentos

15-  As Deusas

(Lista de cartas pode atualizar)

 

Veja também:

Casas EDL – Ascendente (Ka, Hu, Ra, Ptah)

Casas EDL – Os Chakras e as Cores (Ka, Hu, Ra, Ptah)

Casas EDL – Totens (Ka, Hu, Ra, Ptah)

Casas EDL – Armas (Ka, Hu, Ra, Ptah)

Casas EDL – Os Elementos (Ka, Hu, Ra, Ptah)

Casas EDL – As Estações (Ka, Hu, Ra, Ptah)

Casas EDL – Os Sentidos (Ka, Hu, Ra, Ptah)

Casas EDL – Virtudes e Pecados (Ka, Hu, Ra, Ptah)

 

 

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